Sábado, 25 de Junho de 2005

- Desilusão

 





Publicação: 25-06-2005 17:14   |   Última
actualização: 25-06-2005 17:14


 




SIC On-line


Extraído de: SIC
On-line





 


"Independência
nacional em causa"


Crise ameaça governabilidade
e independência, diz ministro da defesa Nacional
.

O ministro da Defesa Nacional, Luís Amado, admitiu hoje que
a actual crise orçamental e financeira, se não for atacada,
pode pôr em causa, a prazo, "a governabilidade do País e a
própria independência".


 




 


 Se nós
alentejanos esperávamos que este governo resolvesse nossos problemas, é
melhor desiludirmo-nos, como poderia este governo preocupar-se com uma
província, se não sabe nem como resolver os problemas nacionais???

Pasmei com
a maior cara de pau deste ministro ao admitir que a própria independência
nacional está em causa.



Pergunto confuso porque vamos nós a eleições votar???, se depois nos aparecem pela frente
incompetentes que para nada servem.



O Eng. Sócrates (aquele que faz de
primeiro ministro? conhecem?) disse há dias que sua
prioridade era "ESPANHA, ESPANHA, ESPANHA". Será que se ele não conseguir
governar o país, coisa que eu já duvido, vai entregar o poder ao rei de Espanha???


Quanto a mim é errado dizer "que merda
de país" pois Portugal não tem culpa. Mas digo com todas as letras "QUE
MERDA DE POLÍTICOS NÓS TEMOS"!





Sonho Alentejano editou às 22:07
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Sexta-feira, 24 de Junho de 2005

- Cantares alentejanos


Cantares alentejanos





Quando
era criança havia grupos de cantares por todo o alentejo, hoje sua
divulgação quase não existe e apenas pessoas de 40 anos ou mais ainda gostam
de ouvir ( a maioria dos jovens nem conhecem).



Temos que fazer algo para manter vivas nossas tradições.


 

Sonho Alentejano editou às 14:18
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Terça-feira, 7 de Junho de 2005

- Entre uma e outra


 


 

Entre uma e outra

 


Ser
natural do Redondo e lá ter vivido parte da minha vida, é sentir na alma a
força dum Alentejo cheio de encantos e com alguns monumentos merecedores de
destaque, senão veja esta linda imagem ao seu lado direito.



Já na minha juventude vivi numa pequena aldeia chamada S.Vicente de Valongo. É
um lugar pequeno que tem perto de si um castelo em ruínas, ainda detentor duma
certa beleza.



Perto
dele eu vivi, numa quinta chamada "Quinta da Margalha". Era aí que eu vivia
quando meus filhos nasceram. Esse castelo tem até uma lenda de uma moura
encantada. Conta a lenda que ela tinha forma de serpente e chegou a perseguir
pessoas.



Ai Alentejo, Alentejo. Terra tão pouco amada mas imensamente esquecida. Não
pelos alentejanos, pois foram obrigados a dele sair em busca de emprego. E
para ali não puderam voltar...


 
Sonho Alentejano editou às 20:12
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Sábado, 4 de Junho de 2005

- Video Clip


Bom fim de semana a todos



Clique no botão play
para ver o videoclip


Sonho Alentejano editou às 22:42
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- Olivença, outrora parte do Alentejo


Olivença, outrora parte
do Alentejo



A
origem de Olivença está ligada à reconquista cristã da região fronteira a
Elvas pelos Templários idos do Reino de Portugal, cerca do ano de 1230.
Nesse território a Ordem criou a comenda de Oliventia, erigindo um templo a
Santa Maria e levantando um castelo. No final do século, pelo Tratado de
Alcanices, assinado em 1297 entre o Rei D. Dinis e Fernando IV de Castela,
Olivença seria formalmente incorporada em Portugal, para sempre, juntamente
com Campo Maior, Ouguela e os territórios de Riba-Côa, em escambo com Aroche
e Aracena.



De imediato, D. Dinis elevou a antiga povoação à categoria de vila,
outorgando-lhe foral em 1298, determinou a reconstrução da fortificação
templária e impulsionou o seu povoamento.



Os seus sucessores reforçaram sucessivamente a posição estratégica de
Olivença, concedendo privilégios e regalias aos moradores e realizando
importantes obras defensivas. Em 1488 D. João II levantou a impressionante
torre de menagem de 40 m de altura.



Em 1509 D. Manuel iniciou a construção de uma soberba ponte fortificada
sobre o Guadiana, a Ponte da Ajuda, com 19 arcos e tabuleiro de 450 metros
de extensão. Do reinado de D. Manuel, que deu foral novo em 1510, datam
também outras notáveis construções como a Igreja da Madalena (por muitos
considerada como o expoente, depois do Mosteiro dos Jerónimos, do
manuelino), a Santa Casa da Misericórdia ou o portal das Casas Consistoriais.



Seguindo-se
ao esplendor do século XVI português, dá-se a união dinástica filipina,
entre 1580 e 1640. A pertença de Olivença a Portugal não é questionada. No
dia 4 de Dezembro de 1640, chegada a notícia da Restauração em Lisboa, a
praça aclama com júbilo D. João IV e é envolvida totalmente na guerra que se
segue (1640/1668), período em que se inicia o levantamento das suas
fortificações abaluartadas, cuja construção se dilataria durante a centúria
seguinte. No decurso do conflito, Olivença foi ocupada em 1657 pelo Duque de
San Germán e, na circunstância, a totalidade da população abandonou a vila e
refugiou-se junto de Elvas, só regressando a suas casas quando foi assinada
a paz (1668) e as tropas castelhanas abandonaram a praça e o concelho.



O século XVIII inicia-se com um novo conflito bélico - a Guerra de Sucessão
de Espanha -, em cujo transcurso foi destruída a Ponte da Ajuda (1709). A
posição de Olivença tornou-se assim especialmente vulnerável.



Em
20 de Janeiro de 1801, Espanha, cínica e manhosamente concertada com a
França Napoleónica, invadiu Portugal em 20 de Maio de 1801, sem qualquer
pretexto ou motivo válido, na torpe e aleivosa «Guerra das Laranjas»,
ocupando grande parte do Alto-Alentejo. Comandadas pelo «Generalíssimo»
Manuel Godoy, favorito da rainha, as tropas espanholas cercam e tomam
Olivença.

Portugal, vencido às exigências de Napoleão e de Carlos IV, entregou a
Espanha, «em qualidade de conquista», a «Praça de Olivença, seu território e
povos desde o Guadiana», assinando em 6 de Junho o «Tratado de Badajoz»,
iníqua conclusão de um latrocínio. «Cedeu-se» Olivença, terra
entranhadamente portuguesa que participara na formação e consolidação do
Reino, no florescimento da cultura nacional, nas glórias e misérias dos
Descobrimentos, na tragédia de Alcácer-Quibir, na Restauração!...



Findas as Guerras Napoleónicas, reuniu-se, com a participação de Portugal e
Espanha, o Congresso de Viena, concluído em 9 de Junho de 1815 com a
assinatura da Acta Final pelos plenipotenciários, entre eles Metternich,
Talleyrand e D. Pedro de Sousa Holstein, futuro Duque de Palmela.



O Congresso retirou, formalmente, qualquer força jurídica a anteriores
tratados que contradissessem a «Nova Carta Europeia». Foi o caso do «Tratado
de Badajoz». E consagrou, solenemente, a ilegitimidade da retenção de
Olivença por Espanha, reconhecendo os direitos de Portugal. Na Acta Final,
apoio jurídico da nova ordem europeia, prescrevia o seu art.º 105.º:



«Les Puissances, reconnaissant la justice des réclamations formées par S. A.
R. le prince régent de Portugal e du Brésil, sur la ville d’Olivenza et les
autres territoires cédés à Espagne par le traité de Badajoz de 1801, et
envisageant la restitution de ces objets, comme une des mesures propres à
assurer entre les deux royaumes de la péninsule, cette bonne harmonie
complète et stable dont la conservation dans toutes les parties de l’Europe
a été le but constant de leurs arrangements, s’engagent formellement à
employer dans les voies de conciliation leurs efforts les plus efficaces,
afin que la rétrocession desdits territoires en faveur du Portugal soi
effectuée ; et les puissances reconnaissent, autant qu’il dépend de chacune
d’elles, que cet arrangement doit avoir lieu au plus tôt».



Espanha assinou o tratado, em 7 de Maio de 1807 e assim reconheceu os
direitos de Portugal. Volvidos 185 anos, o Estado vizinho não deu, porém,
provas do carácter honrado, altivo e nobre que diz ser seu, jamais nos
devolvendo Olivença.



Mas em terras oliventinas, sofridos dois séculos de brutal, persistente e
insidiosa repressão castelhanizante (hoje, falar-se-ia de genocídio e crimes
contra a Humanidade...), tudo o que estrutura e molda uma comunidade, a sua
História, cultura, tradições, língua, permaneceu e permanece pleno de
portugalidade!



Separados do povo a que pertencem, da sua cultura, da sua língua, alienados
da Pátria que é a sua, em austeros e silenciosos duzentos anos, os
oliventinos preservam o espírito português e demonstram, pelo sentir da
maior parte, não renunciar às suas raízes.



 



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<table border="0" cellpadding="12" cellspacing="12" style="border-collapse: collapse" bordercolor="#111111" width="100%" bgcolor="#999999">
<tr>
<td width="100%" bgcolor="#C0C0C0">
<p align="center"><b><font size="6" color="#FFFFCC">Olivença, outrora parte
do Alentejo</font></b></td>
</tr>
<tr>
<td width="100%">
<p align="justify">
<img border="0" src="http://sonhoalentejano.blogs.sapo.pt/arquivo/ol1.JPG" align="right" hspace="6" vspace="2" width="100" height="213">A
origem de Olivença está ligada à reconquista cristã da região fronteira a
Elvas pelos Templários idos do Reino de Portugal, cerca do ano de 1230.
Nesse território a Ordem criou a comenda de Oliventia, erigindo um templo a
Santa Maria e levantando um castelo. No final do século, pelo Tratado de
Alcanices, assinado em 1297 entre o Rei D. Dinis e Fernando IV de Castela,
Olivença seria formalmente incorporada em Portugal, para sempre, juntamente
com Campo Maior, Ouguela e os territórios de Riba-Côa, em escambo com Aroche
e Aracena. <br>
<br>
De imediato, D. Dinis elevou a antiga povoação à categoria de vila,
outorgando-lhe foral em 1298, determinou a reconstrução da fortificação
templária e impulsionou o seu povoamento.<br>
<br>
Os seus sucessores reforçaram sucessivamente a posição estratégica de
Olivença, concedendo privilégios e regalias aos moradores e realizando
importantes obras defensivas. Em 1488 D. João II levantou a impressionante
torre de menagem de 40 m de altura.<br>
<br>
Em 1509 D. Manuel iniciou a construção de uma soberba ponte fortificada
sobre o Guadiana, a Ponte da Ajuda, com 19 arcos e tabuleiro de 450 metros
de extensão. Do reinado de D. Manuel, que deu foral novo em 1510, datam
também outras notáveis construções como a Igreja da Madalena (por muitos
considerada como o expoente, depois do Mosteiro dos Jerónimos, do
manuelino), a Santa Casa da Misericórdia ou o portal das Casas Consistoriais.<br>
<br>
<img border="0" src="http://sonhoalentejano.blogs.sapo.pt/arquivo/ol2.JPG" align="left" hspace="6" vspace="2" width="148" height="99">Seguindo-se
ao esplendor do século XVI português, dá-se a união dinástica filipina,
entre 1580 e 1640. A pertença de Olivença a Portugal não é questionada. No
dia 4 de Dezembro de 1640, chegada a notícia da Restauração em Lisboa, a
praça aclama com júbilo D. João IV e é envolvida totalmente na guerra que se
segue (1640/1668), período em que se inicia o levantamento das suas
fortificações abaluartadas, cuja construção se dilataria durante a centúria
seguinte. No decurso do conflito, Olivença foi ocupada em 1657 pelo Duque de
San Germán e, na circunstância, a totalidade da população abandonou a vila e
refugiou-se junto de Elvas, só regressando a suas casas quando foi assinada
a paz (1668) e as tropas castelhanas abandonaram a praça e o concelho.<br>
<br>
O século XVIII inicia-se com um novo conflito bélico - a Guerra de Sucessão
de Espanha -, em cujo transcurso foi destruída a Ponte da Ajuda (1709). A
posição de Olivença tornou-se assim especialmente vulnerável.<br>
<br>
<img border="0" src="http://sonhoalentejano.blogs.sapo.pt/arquivo/ol3.JPG" align="right" hspace="6" vspace="2" width="101" height="129">Em
20 de Janeiro de 1801, Espanha, cínica e manhosamente concertada com a
França Napoleónica, invadiu Portugal em 20 de Maio de 1801, sem qualquer
pretexto ou motivo válido, na torpe e aleivosa «Guerra das Laranjas»,
ocupando grande parte do Alto-Alentejo. Comandadas pelo «Generalíssimo»
Manuel Godoy, favorito da rainha, as tropas espanholas cercam e tomam
Olivença.<br>
Portugal, vencido às exigências de Napoleão e de Carlos IV, entregou a
Espanha, «em qualidade de conquista», a «Praça de Olivença, seu território e
povos desde o Guadiana», assinando em 6 de Junho o «Tratado de Badajoz»,
iníqua conclusão de um latrocínio. «Cedeu-se» Olivença, terra
entranhadamente portuguesa que participara na formação e consolidação do
Reino, no florescimento da cultura nacional, nas glórias e misérias dos
Descobrimentos, na tragédia de Alcácer-Quibir, na Restauração!...<br>
<br>
Findas as Guerras Napoleónicas, reuniu-se, com a participação de Portugal e
Espanha, o Congresso de Viena, concluído em 9 de Junho de 1815 com a
assinatura da Acta Final pelos plenipotenciários, entre eles Metternich,
Talleyrand e D. Pedro de Sousa Holstein, futuro Duque de Palmela.<br>
<br>
O Congresso retirou, formalmente, qualquer força jurídica a anteriores
tratados que contradissessem a «Nova Carta Europeia». Foi o caso do «Tratado
de Badajoz». E consagrou, solenemente, a ilegitimidade da retenção de
Olivença por Espanha, reconhecendo os direitos de Portugal. Na Acta Final,
apoio jurídico da nova ordem europeia, prescrevia o seu art.º 105.º:<br>
<br>
«Les Puissances, reconnaissant la justice des réclamations formées par S. A.
R. le prince régent de Portugal e du Brésil, sur la ville d’Olivenza et les
autres territoires cédés à Espagne par le traité de Badajoz de 1801, et
envisageant la restitution de ces objets, comme une des mesures propres à
assurer entre les deux royaumes de la péninsule, cette bonne harmonie
complète et stable dont la conservation dans toutes les parties de l’Europe
a été le but constant de leurs arrangements, s’engagent formellement à
employer dans les voies de conciliation leurs efforts les plus efficaces,
afin que la rétrocession desdits territoires en faveur du Portugal soi
effectuée ; et les puissances reconnaissent, autant qu’il dépend de chacune
d’elles, que cet arrangement doit avoir lieu au plus tôt».<br>
<br>
Espanha assinou o tratado, em 7 de Maio de 1807 e assim reconheceu os
direitos de Portugal. Volvidos 185 anos, o Estado vizinho não deu, porém,
provas do carácter honrado, altivo e nobre que diz ser seu, jamais nos
devolvendo Olivença.<br>
<br>
Mas em terras oliventinas, sofridos dois séculos de brutal, persistente e
insidiosa repressão castelhanizante (hoje, falar-se-ia de genocídio e crimes
contra a Humanidade...), tudo o que estrutura e molda uma comunidade, a sua
História, cultura, tradições, língua, permaneceu e permanece pleno de
portugalidade!<br>
<br>
Separados do povo a que pertencem, da sua cultura, da sua língua, alienados
da Pátria que é a sua, em austeros e silenciosos duzentos anos, os
oliventinos preservam o espírito português e demonstram, pelo sentir da
maior parte, não renunciar às suas raízes.<br>
<br>
 </p>
<p align="right">
<a href="http://porolivenca.blogs.sapo.pt/" target="_blank><font color="#CCCCCC"><span style="font-size:14">Grupo dos Amigos de Olivença</span></font></a><p align="right">
 <p align="right">
 <div align="center">
<center>
<table border="1" cellpadding="10" cellspacing="10" style="border-collapse: collapse" bordercolor="#FFFF00" width="80%" id="AutoNumber1">
<tr>
<td width="100%" bgcolor="#FFFFCC">
<p align="center"><font face="Arial"><font color="#800000">
<font size="4">Se quiser ler mais artigos sobre
Olivença visite o Blog :</font> </font> <a href="http://www.olivenca.org/historiaDeOlivenca.htm"target="_blank><font color="#CCCCCC"><span style="font-size:14">
<font color="#800000">Olivença é Portuguesa</font></span><font color="#800000"></font></font></a></font></td>
</tr>
</table>
</center>
</div>
<p align="right">
 </td>
</tr>
</table>
Sonho Alentejano editou às 22:08
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