Sábado, 26 de Novembro de 2005

Apoio a candidatos presidenciais

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Sobre as Presidenciais



Aqui no Sonho Alentejano, atrevi-me a apoiar Manuel
Alegre a Presidente da República  Portuguesa... Hoje tenho duvidas
sobre suas posições politicas e já entendi que tal
candidato não corresponde ás minhas expectativas, Manuel Alegre, CONTINUA
DEMASIADO LIGADO AO PS.



 O Partido Socialista nunca mereceu meu apoio e
quando Manuel Alegre contrariando o partido se candidatou pensei que
finalmente ele optara por tomar um caminho de esquerda, caminho esse que não
é, nem nunca foi o do PS.



Com alguma tristeza reparo que o candidato continua
fiel aos ideais do partido a que sempre pertenceu, como tal não posso
continuar a apoiar sua candidatura pois pessoalmente entendo que ela em nada é diferente
da de Mário Soares.



Assim sendo,  não vou aqui
mais apoiar ninguém mas manifestar minha posição no sentido de um Portugal
melhor económica e politicamente. E manifestar minha preocupação com o
futuro do Alentejo, pois nem PS nem PSD alguma vez se preocuparam com essa
parte do país, e como Alentejano que sou estou preocupado com o abandono e o
atraso que cada vez mais afecta essa parcela de Portugal que nossos
políticos esquecem que é um terço do país.

 

Sonho Alentejano editou às 21:30
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2 comentários:
De Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 22:04
Mil Desculpas! Este meu "comentário" deveria ter sido colocado no artigo sobre a Cimeira Ibérica. É possível transferi-lo para lá?
---------------------------------------------------------------------------------
Caro amigo, todas as alterações pedidas foram efectuadas.
Por Olivença, Miguel Roque
---------------------------------------------------------------------------------
Carlos Luna
(http://POP3)
(mailto:carlosluna@iol.pt)


De Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 22:02
OLIVENÇA ESTEVE PRESENTE NA CAMPANHA PRESIDENCIAL
A todos os candidatos à Presidência da República (Cavaco Silva, vencedor final das eleições, dia 3 de Janeira, em Évora; Jerónimo Sousa, dia 7, em Arraiolos; Mário Soares, dia 8, em Reguengos de Monsaráz; Manuel Alegre, dia 14, em Portalegre; Francisco Louçã e Garcia Pereira, em Lisboa, nos dias 17 e 19 de Janeiro) foi entregue um "Dossier" sobre Olivença, pessoalmente. Todos o receberam com manifestações de gratidão.
Ao entregar o dito "Dossier", o elemento que o fez procurou também de viva voz destacar a ligação da posse das águas do Alqueva à questão da fronteira no Guadiana na região, apontado os elementos documentais que o provam; tem realçado o carácter "frentista" dos grupos que continuam a lembrar-se do problema, que abrangem todo (mas todo, mesmo!) o espectro partidário português; procurou fazer notar que, por exemplo, um dos presidentes do Grupo dos Amigos de Olivença (curiosamente, à data do 25 de Abril) foi o conhecido anti-salazarista Prof. Hernâni Cidade; chamou a atenção para a hipocrisia que tem consistido em não se falar do problema, quando é sabido que ele existe, dentro dos limites da Democracia e da salvaguarda de boas relações diplomáticas com Madrid, e aproveitando mesmo, se necessário, o quadro da União Europeia... como o fazem, por essa Europa fora, outros Estados com problemas de definição de soberanias, sem que tal signifique que entre eles ocorram séri
os problemas de relacionamento; procurou apelar a saudáveis sentimentos patrióticos e de auto-estima, que não devem ser confundidos com nacionalismos serôdios; finalmente, chamou a atenção para a necessidade de se estar informado sobre a assunto... para evitar, no mínimo, "gaffes" diplomáticas.
Desta forma, procurou-se sensibilizar os candidatos para um assunto que, por ter alguma importância, não deve ser ignorado, principalmente se o for por manifesta falta de informação, ou por preconceito.
Carlos Eduardo da Cruz Luna Estremoz, 22 de Janeiro de 2006

PORTUGAL FACE A DESAFIOS DE INTEGRAÇÃO
A História tem ironias curiosas. Os excessos dão origem a outros excessos.
Não se podia pôr em causa todo um conjunto de valores até 1974. O que a pouco ou nada nos levou, realmente. E seguiu-se um discurso moderno. O País passou a discutir-se. Tudo passou a ser equacionado.
Os fantasmas passados foram, mais do que postos de lado, transformados em modelos a seguir. Assim, do "fantasma" da ameaça espanhola, passou-se à aceitação de que a entrada dos nossos vizinhos ibéricos nos negócios estratégicos lusos é perfeitamente natural. Há quem defenda ser até desejável, e mesmo desinteressada. E, claro, tudo se faz no quadro natural da economia neo-liberal predominante na União Europeia.
Para se provar que se puseram de lado os velhos preconceitos anti-espanhóis, foge-se de dramatizações patrióticas, para não se ser acusado de provincianismo e de pôr a nu os tradicionais complexos hispanófobos... impróprios de cidadãos europeus do Século XXI!
Há quem se questione. Cito Nicolau Santos, no "Expresso" de 30 de Julho de 2005:" [O] que se vê é uma aposta firme dos espanhóis em cinco áreas, com objectivos bem definidos: telecomunicações, energia, água, banca e media." E Nicolau Santos acrescenta:"Perceberam ou é preciso explicar?"
Na verdade, este tipo de apostas pode por em causa a soberania nacional. Mas...que fique desde já bem claro que neste texto não há lugar para nenhum "anti-espanholismo" primário e redutor! A Espanha faz o que a deixam fazer, num quadro comunitário a que Portugal também aderiu. O problema é que não estão claras, em Portugal, orientações estratégicas diversificadas, o que poderia limitar o investimento espanhol em Portugal a benefícios puramente económicos. O Estado Português não tem sabido ter um sentido estratégico, uma visão geral do País, não esquecendo as zonas desfavorecidas, que permita ao cidadão saber o que se pretende construir para o futuro, como,e para quem ( isto é, que sectores da sociedade se pretende principalmente beneficiar, para que se equacione a questão talvez mais importante da História da Pátria lusitana, que é a da excessivamente desigual distribuição da riqueza).
Assim, é difícil a cada um saber julgar correctamente o que os sucessivos governantes pretendem. Nenhum parece empenhar-se em tentar dar um sentido objectivo às medidas que toma... principalmente, nenhum parece querer-se dar ao trabalho de procurar honestamente definir um conjunto de orientações estratégicas...necessariamente depois de efectuarem alguns estudos fundamentais e de se consultar a sociedade por todos os meios possíveis e com a máxima seriedade...para que tal conjunto não resulte de uma decisão de uma pequena elite que apresente como gerais interesses que são apenas os do seu reduzido número!
Todas estas omissões conduzem o País a uma Crise Existencial. Ao ponto de se defender a dissolução do mesmo. Fala-se em se "aderir" à Espanha.
Parece esquecer-se que Portugal já aderiu a uma Comunidade precisamente, entre outras razões, porque se considerou que, sozinho, não teria grandes possibilidades de progresso. Na verdade, tal não resolveu miraculosamente uma grande parte dos problemas portugueses. Por que razão uma "adesão" à Espanha o faria?
A resposta que muitos dão é a de que "ficávamos logo a ganhar mais."! Que ingenuidade! De repente, cheios de boas intenções, os Espanhóis subiriam os rendimentos de cerca de dez milhões de portugueses, sem nada exigir em troca, e sem alterar os hábitos lusitanos.
Aliás, esta "miragem" espanhola é estranha. Isto porque Portugal, Espanha, e Grécia, são países com problemas comuns. Todos eles têm exportações com reduzidas doses de tecnologia. É verdade que a Espanha tem as contas públicas bastante saudáveis, mas tem problemas de estagnação de exportações, e o seu crescimento económico baseia-se muito no consumo interno e no sector imobiliário. Coisa que os países do Norte da Europa procuram evitar, apostando numa constante inovação e no reforço de componentes tecnológicas na sua produção, de modo a aumentar as mais-valias.
Portanto, não se negando, porque é evidente, que o nível de vida em Espanha é um pouco superior ao de Portugal, há que ter alguma cautela em relação ao modelo proposto, pois ele não é substancialmente diferente daquele que nós criticamos.
A Espanha tem os seus objectivos traçados, e só é desejável que não se veja a braços com nenhuma crise grave. É importante sublinhar isto, pois não faltam no nosso país sectores de opinião que gostariam de ver a Espanha mergulhada numa depressão. Na verdade, a Inveja é um sentimento muito comum em Portugal, especialmente em relação ao seu vizinho ibérico. Aqui, há que combater esta visão...que rejubila com o mal dos outros!
Não se pode é, em Portugal, continuar a aceitar como inocente ou neutro tudo o que vem de fora, principalmente de Espanha. Também não será nunca inocente ou neutra uma presença portuguesa num qualquer país ou mercado...o que não significa que não haja princípios, nem presenças culturais ou sentimentais. O que não se deve ser é subserviente. A Espanha não o é. Veja-se como nunca perde de vista o objectivo de recuperação de Gibraltar. E veja-se como Portugal mantém quase "clandestina" a sua reivindicação sobre Olivença, sobre a qual só fala esporadicamente ou se muito pressionado. O problema é que, como diz o provérbio, "quanto mais uma pessoa se agacha, mais se lhe vê o rabo" (fugindo ao vernáculo mais expressivo).
Olivença é também um símbolo. Da soberba e da amnésia espanholas...quando tal lhe convém. Porque Portugal é diferente, não deverá ter este tipo de atitudes...mas não deverá tolerar que outros a tenham em relação a ele. Porque se não, arrisca-se a por em causa o seu estatuto de Estado Soberano.
O que os últimos trinta anos demonstram é que não basta um país colocar-se num lugar onde exista ou circule riqueza para se tornar rico. É necessária organização. É preciso pensar em produzir riqueza, para ser tratado como igual pelos sócios junto dos quais quer ser aceite. Caso contrário, estará sempre em desvantagem, e será tratado como inferior, como um "criado"...prescindível...salvo para tarefas menos responsáveis e subalternas!
É necessário, talvez, fazer psicanálise. Mas o diagnóstico deverá rapidamente ser potenciado pela cura. E a cura (parece não restar outra alternativa) passa por arregaçar as mãos e atacar os problemas. Sem tibiezas ou "paninhos quentes"! E indo ao fundo das questões...
Carlos Eduardo da Cruz Luna Rua General Humberto Delgado, 22, r/c 7100-123-ESTREMOZ
tlf. 268322697 tlm. 939425125 carlosluna@iol.pt carlosluna@sapo.pt


Texto de Opinião: "PRODUZIR RIQUEZA" (Refere-se OLIVENÇA)
PRODUZIR RIQUEZA
Não é fácil falar de certos assuntos, mas é necessário. Quanto mais não seja, porque é preciso compreender a causa de certos fenómenos. Ou, pelo menos, procurar explicações. E nada parece ter sido tão falado, nos últimos tempos, como a crise "psicológica" que se vive em Portugal.
Há muitas explicações, e talvez poucas soluções. E, todavia, estas têm que ser encontradas. Uma análise correcta de algumas causas pode ajudar.
Portugal é um País com um estranho "azar". Apesar da sua dimensão, criou impérios que lhe foram dando riqueza sem que tivesse, internamente, de produzir o que necessitava. Foi a África, a Índia, o Brasil, e de novo a África. As riquezas entradas foram basicamente exportadas, sem valor acrescentado. Um aproveitamento pobre e mal aproveitada da grandeza adquirida. Tudo, ou quase, do que era manufacturado, era importado com os lucros de tais riquezas. A produção regrediu, até, em certos aspectos, em relação à época anterior à Expansão.
Quando os Impérios desapareciam, um outro surgia, e o ciclo repetia-se. Até que desapareceu o último. E, ao fim e ao cabo, o que ficou de material? Pouco, muito pouco. Quase nada.
Como referiu, e muitíssimo bem, numa carta publicada na Imprensa um cidadão de Esposende chamado Carlos Sampaio, com quem adoraria trocar impressões, o que ficou, em Portugal, foi uma mentalidade negativa, concretamente "a noção de que não é fundamental contribuir para a criação de riqueza, de que basta estar estrategicamente colocado por onde ela passa".
Para as elites associadas a este modelo de "desenvolvimento", produzir valor acrescentado nacional era inútil, já que bastava ter lucros a exportar matérias-primas e "ganhar dinheiro a importar os produtos de qualidade acabados". A esta burguesia vendedora-compradora não-produtiva, não interessava uma indústria portuguesa autêntica, que lhe faria concorrência. Daí que algumas tentativas industrializadoras portuguesas tenham sido por ela combatidas, e até aniquiladas.
A pouca indústria que se foi desenvolvendo, contra ventos e marés, "foi sempre considerada de segunda classe". Ainda hoje se nota uma mentalidade, que não é nova, de considerar fraco e fora de moda o que se produz em Portugal, e considerar bom tudo o que vem de fora. Este desprezo pelo que por cá se faz "é um dos maiores problemas culturais" no País. Não se motiva o aperfeiçoamento, nem o fazer diferente. A inovação não é recompensada.E, sem inovação, dificilmente há exportação... salvo através de empresas, muitas estrangeiras, que se servam de baixos custos de mão-de-obra... e que "fogem" mal encontram outra de custos ainda mais baixos. Encontrar uma marca portuguesa no estrangeiro é difícil. Algumas "disfarçam-se" atrás de rótulos em inglês, francês, castelhano... para assim conseguirem entrar em vários mercados, incluindo (ironia das ironias!) o Português!!!
É evidente que, em tudo isto, está instalada uma indefinição da imagem do próprio País. "Uma internacionalização estará condenada se por detrás dela tiver uma crise existencialista de valores".
O nosso futuro depende de vários factores. Não nos podemos limitar "a arranjar um bom lugar na margem do rio e esperar ir apanhando uns bons peixes que passem". A qualquer momento alguém pode deixar de fornecer o rio, ou poderá desviá-lo. É preciso "escolher que peixes temos condições para desenvolver, proporcionar condições para os desenvolver, criá-los com base em conhecimentos", e nunca ficar sentados à espera.
Isto implica pensar ou repensar um país. Mais do que chorar, interessa meditar, e encontrar soluções. É a única alternativa à morte por inacção.É a única forma de justificar uma atitude optimista. Ao menos uma vez, veja-se o exemplo espanhol. Não ficam os nossos vizinhos sentados, à espera. Não! Reclamam, protestam, lutam pelo que julgam ser justo. Sobre Gibraltar, por exemplo. E compare-se com a atitude portuguesa sobre Olivença. Mas, aqui, detenhamos-nos essencialmente sobre aspectos de organização interna da sociedade. O que há a fazer?
Há que pensar na formação, e não tratar o Ensino como parente pobre. Há que incentivar o trabalho, e valorizá-lo. E dar o exemplo. Como esperam algumas elites que se trabalhe, se o exemplo que fornecem é negativo? E, claro, há que recompensar de facto quem trabalha, principalmente quem produz valor acrescentado.
Tem de se dividir melhor a riqueza, um dos maiores males que afectam, desde há séculos, o nosso País. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, os 20% da população portuguesa mais pobre recebe 5 % do Rendimento Líquido Nacional, e os 20% da população mais rica recebe 7,6 mais do que os 20%mais pobres. Esta diferença é o dobro da verificada nos outros países da União Europeia. Este quadro fica mais negativo se acrescentarmos que os 10% mais pobres recebem 2,2% e que os 10% mais ricos recebem 29%. Isto significa... 13 vezes mais!!!
Há que incentivar causas, e não prometer ou procurar riqueza imediata, pois esta só se consegue com objectivos mobilizadores que expliquem sem margem para dúvidas os benefícios de alguns sacrifícios.
Muito mais haverá a dizer sobre todas estas problemáticas, mas, de momento, parece-me preferível terminar aqui mesmo, esperando apenas estar a dar o meu contributo para uma reflexão geral em torno dos problemas que afectam Portugal neste início de 2005.
Carlos Eduardo da Cruz Luna Estremoz, 17 de Janeiro de 2005 Carlos Luna
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(mailto:carlosluna@iol.pt)


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